Ligamos para Você
Telefones para Contato
(21) 96404.2745 (21) 99975-1063

Últimos Artigos » Descontos em preços imóveis no Brasil caem em quantidade e valor

Publicado na Sexta, 09 de fevereiro de 2018, 9h46
Descontos em preços imóveis no Brasil caem em quantidade e valor
Contrato imobiliário
(Shutterstock)

SÃO PAULO – Comprar imóveis com desconto foi mais difícil em 2017 que em 2016, mostrou o último Raio-X do FipeZap. A pesquisa diz respeito a transações do quarto trimestre de 2017 e reúne dados e informações a respeito da percepção, comportamento e expectativas dos compradores e investidores do mercado imobiliário brasileiro.

Em dezembro de 2017, 65,2% das transações de compra de imóveis no Brasil teve desconto. O resultado é queda drástica frente ao pico de junho de 2016 (74,8%). Acompanhando essa tendência de queda, o percentual médio de desconto declinou de 9,3% para 7,6% no mesmo período.

No contexto, a diminuição dos descontos deve ser comparada também à queda real (-3,23%)apresentada pelo Índice FipeZap de preços de compra. Em 2017, os preços dos imóveis tiveram o primeiro ano de queda nominal desde o início da série histórica.

A pesquisa também mostra que boa parte dos brasileiros que adquiriram imóveis nos últimos 12 meses teve intenção de investir. Do total, 24% comprou para rentabilizar com aluguel e 17% para ganhar com a revenda de imóveis. Vale lembrar que, para especialistas em investimento, a melhor forma de rentabilizar com imóveis não é pela aquisição, mas sim via fundos imobiliários. 

Quer investir em fundos imobiliários? Aproveite a taxa zero de corretagem na Rico

A maior parte dos pesquisados pelo FipeZap acredita que os preços dos imóveis permanecerão estáveis (34%) ou diminuirão (26%) nos próximos 12 meses.

O percentual de compradores em potencial (com pretensão de adquirir imóveis nos próximos 3 meses) que classificavam os preços atuais como “altos” ou “muito altos” apresentou ligeira alta, encerrando dezembro em 64%. Entre aqueles que adquiriram imóveis recentemente, por outro lado, a proporção de compradores que partilhava dessa opinião recuou frente ao observado no trimestre anterior, respondendo por 44% do total.